terça-feira, 23 de outubro de 2012

NOTA OFICIAL SOBRE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS EM JUIZ DE FORA E O SEGUNDO TURNO



O Comitê Municipal do Partido Comunista Brasileiro, a propósito das eleições municipais de 2012 e o segundo turno previsto para o dia 28 de outubro. Deixa clara a sua posição.
O PCB entende que eleições são um instrumento e não um fim, levando em conta suas características de partido revolucionário. Seu maior objetivo é a construção do Poder Popular. Ao longo do primeiro turno e através de seus candidatos levou aos cidadãos de Juiz de Fora a proposta de mudanças estruturais na administração pública municipal. O fez com firmeza e civilidade, em alto nível.

Defendeu e defende a reconstrução dos serviços públicos municipais desmanchados nos processos de terceirização, acentuando a situação precária da saúde pública municipal. A adoção do horário integral nas escolas públicas da rede municipal, proporcionando atividades além das já definidas na escola tradicional. Nós os comunistas nos manifestamos contra o processo de privatização da CESAMA, do DEMLURB e o sucateamento privatista da AMAC e das políticas de assistência social, postas em curso pela atual administração. Pela implantação gradativa de uma Companhia Municipal de Transportes Coletivos visando a estatização dos serviços de transportes coletivo urbano, transformando-os em transportes coletivos públicos.

O PCB levou aos cidadãos a constatação clara que é a cidade a primeira realidade de cada um de nós e não será possível a construção de uma cidade justa, capaz de proporcionar uma existência, coexistência digna às pessoas, sem a construção do Poder Popular. A plena participação dos mais variados setores e categorias da cidade e em sua totalidade conscientes que os atuais conselhos, previstos em lei, são meros instrumentos dos governos, cooptados na política de troca de favores e benefícios.

A compreensão que vivemos sob a égide do sistema capitalista em crise global, não significa que uma administração comunista não possa ter êxitos, levando em conta os direitos básicos e fundamentais do cidadão em sua cidade. Pelo contrário, ao assumir suas responsabilidades o Poder Público Municipal chama a si a construção de um processo cujo embrião revolucionário é real. A construção do Poder Popular. 

Cumprimos o nosso papel, atingimos os nossos objetivos e ganhamos o respeito da população, mesmo dos que de nós discordam, pois fomos capazes de nos apresentar sem dissimulações ou artifícios. São 90 anos de luta ao lado da classe trabalhadora.

Não enxergamos em nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno compromissos claros com o nosso programa e nem com nossos ideais e postulados marxistas leninistas. Por essa razão o Partido Comunista Brasileiro se mantém fiel a esses compromissos e não manifesta apoio nem a um e nem a outro, consciente que ambos representam o mesmo do mesmo com nuances de marketing que apenas disfarçam essa semelhança.

Nossa conclusão obedece a uma análise de conjuntura que leva em consideração o todo e não apenas partes ou fragmentos da realidade de Juiz de Fora, Minas e o Brasil. Somos, a cidade e os seus cidadãos, a primeira realidade de cada um de nós, mas somos também as primeiras vítimas do processo neoliberal desfechado no País em maior ou menor escala desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. Hoje, por exemplo, vemos os hospitais universitários, indispensáveis à formação dos nossos profissionais da saúde, do atendimento à população e de geração de tecnologias de ponta no setor, ameaçados de privatização.

Claro está que as promessas feitas ao sabor dos interesses eleitorais não poderão ser cumpridas e obedecem apenas ao caráter ilusório do processo eleitoral. Quem constrói mais, quem investe mais, quem vai administrar melhor. Para quem? Qual o sentido? Não há nenhum compromisso expresso com o Poder Popular.

É dessa forma, clara e precisa, como tem sido nossa característica que manifestamos os agradecimentos aos nossos apoiadores e declaramos nossa posição no segundo turno das eleições municipais de Juiz de Fora. 

E nossa disposição de luta permanente em torno do Poder Popular. Passa pela organização da classe trabalhadora e a unidade das esquerdas nas ruas, sindicatos e associações, para fortalecer a luta de resistência contra novas investidas contra os trabalhadores (as).

É por esses motivos que não apoiamos nenhuma das candidaturas que disputam o segundo turno. Só a organização autônoma e a luta contra o poder das elites que governam Juiz de Fora é que fará com que esse cenário de marginalização social seja combatido.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

CARTA Resposta com Propostas do PCB-JF aos Artistas


CARTA ABERTA DOS ARTISTAS AOS CANDIDATOS À PREFEITURA DE JUIZ DE FORA

(respostas dos candidatos do PCB)




I – Considerações Gerais


A cultura como um todo é parte do resgate do papel cidadão e popular na construção de uma CIDADE CAMARADA, como propõe o Partido Comunista Brasileiro por seus candidatos.

E como parte desse processo é indispensável ao todo nas transformações estruturais propostas pelo Partido Comunista Brasileiro – PCB –

Numa sociedade capitalista, onde o saque e a pirataria são as essências das grandes potências no mundo, que o geógrafo brasileiro Milton Santos chamou de “globalitarizado” (globalizado pelas armas), em que o espetáculo da alienação toma conta e transforma o ser humano em robô, em objeto, fato já constatado por vários pensadores contemporâneos, a arte interpreta e transmite desde as reações que brotam das entranhas do artista e se voltam para cada um de nós, até a cultura como broto dessa árvore de conscientização e resgate do ser a partir de sua realidade imediata, a cidade.

Nessa medida o PCB tem propostas claras e definidas para a cultura, que se somam à educação, a saúde, ao lazer e permitem que desses escombros capitalistas saia intacta emergindo e ocupando todos os espaços possíveis.

Arte e cultura. Arte é cultura.

II – Considerações sobre o Documento


A preocupação básica do PCB é implementar as infra-estruturas necessárias para as diversas formas artístico-culturais citadas no documento. Artes visuais, artes audiovisuais, teatro, dança, circo, literatura, museus, música, patrimônio material e imaterial, artesanato e preservação da memória.

A integração da cultura e das artes no projeto de educação em horário integral nas escolas da rede pública municipal a partir do segundo ano de governo. A formação de quadros a partir de concursos públicos, plano de cargos, salários e carreira.

A realização de festivais de teatro, música, cinema, dança, aproveitamento do espaço do Museu Mariano Procópio, apoio a parcerias público privadas dentro dessa ótica e desse projeto (parcerias publico/privadas têm o seu lugar na cultura, mas não têm na saúde, na educação, nos transportes coletivos, por exemplo).

Inserção da cultura numa das mais importantes características do perfil de Juiz de Fora, o turismo de eventos.

A Lei Murilo Mendes, tanto quanto a conclusão das obras do Teatro Paschoal Carlos Magno devem ser objeto de discussão entre os artistas locais, toda a comunidade, que o PCB chama de Poder Popular e são indispensáveis ao projeto comunista de resgate da cultura e transformação de Juiz de Fora em pólo cultural regional com perspectivas de alcance nacional.

Uma revisão da lei se impõe, deve ser resultado de consenso entre o Poder Público, artistas e Poder Popular e recursos orçamentários existem desde que haja vontade política e inversão das prioridades atuais em termos de administração municipal.

O que se aplica à Lei Murilo Mendes e ao Teatro Pachoal Carlos Magno se aplica também ao Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, ao Centro Cultural Dnar Rocha e ao Museu Mariano Procópio, que, a despeito dos problemas enfrentados, encontra-se, neste momento gerido por mãos competentes, refiro-me da Douglas Fasolato.

O processo de capacitação e formação de artistas da cidade, seja na manutenção de cursos, oficinas e grupos de pesquisa cabe dentro do projeto do PCB de descentralização das atividades culturais, invertendo a mão de direção atual, ou seja, concentrados no chamado centro urbano e se voltando para os bairros, até com uma característica, a capacidade de descobrir e resgatar, trazer ao centro do palco o artista popular. As várias manifestações de arte popular, numa troca que trará benefícios a todos.

A prática, já com êxitos surpreendentes, experimentada nos fóruns sociais mundiais de centros culturais em forma de circo em bairros do entorno do centro e mesmo os mais distantes, com atividades permanentes e concatenadas por Poder Público e Poder Popular, integrado à educação em horário integral, à prática de ouvir e aprender com a comunidade, com aproveitamento de artistas na maior amplitude possível, tem baixo custo, do ponto de vista do orçamento municipal, tem incentivos dos governos do estado e federal e tem, nesta área, a perspectiva de parcerias público privadas.

A arte e a cultura não são privilégios, pelo contrário, são direitos, devem ser tratados assim num governo que busca a construção do socialismo.

O Conselho Municipal de Cultura é formulador de políticas culturais, parte indissociável do Poder Público, como do Poder Popular, na percepção que cultura transforma, conscientiza e liberta. Seu papel é de extrema importância na formulação de consensos para o setor, de canalizador das reivindicações específicas e populares.

Não há porque não implantar o Sistema Nacional de Cultura em Juiz de Fora, já que, como dito anteriormente, o nó górdio das políticas voltadas para as artes e a cultura, que entendemos comuns, são de baixo custo e excepcionais resultados, bastando para tal vontade política.

A Sociedade de Belas Artes Antônio Parreira é parte da história da cultura de Juiz de Fora, se olharmos o que o Poder Público tem feito em outros setores, beneficiando elites econômicas, iremos concluir que seria uma das atitudes necessárias de um governo comunista, a sede e através dela o fomento das atividades a que se presta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreira.

Há um outro aspecto fundamental no programa do Partido Comunista Brasileiro. A recuperação da memória da cidade. A criação de um grupo envolvendo setores artísticos e culturais da cidade, comunidade, para a recuperação dessa memória e conferindo autonomia ao Museu da Imagem e do Som, indispensáveis a esse trabalho. Como da Orquestra Filarmônica de Juiz de Fora, patrimônio cultural que não pode ser deixado de lado.

III – Considerações Finais

O PCB, por seus 90 anos de história, tem registrado em seus quadros a presença e militância de figuras do mundo artístico e cultural como Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Carlos Drumonnd de Andrade, Guimarães Rosa, Darci Ribeiro e outros que somados aos lutadores populares de nossa história, desde Luís Carlos Prestes, ou dos fundadores em 1922, um compromisso claro e transparente como as artes e com a cultura.

Entendemos que como a cidade é a nossa primeira realidade, a realidade imediata, é aqui que começamos o processo revolucionário e as artes e a cultura são, em si, revolucionárias.

Por isso não temos dúvidas em subscrever o documento apresentado, tampouco em dizer a realizações e as reivindicações ali contidas dependem apenas de vontade política.

Isso sobra no Partido Comunista Brasileiro


Juiz de Fora, 29 de setembro de 2012

Laerte Braga – candidato a Prefeito

Rubens Ragone – candidato a Vice-Prefeito

Luiz Carlos Torres – Kaizim – candidato a Vereador  
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Morre Eric Hobsbawm.


Morre Eric Hobsbawm.

Morre aos 95 anos historiador marxista Eric Hobsbawm.

"A história pode ter vencedores a curto prazo, mas os ganhos históricos vêm dos vencidos."
Eric Hobsbawn
MEMÓRIA - Em 2003, durante a primeira edição da Festa Literária de Paraty (FLIP), Eric Hobsbawm recebe edição do jornal Imprensa Popular durante noite de autógrafos.
O historiador fez questão de guardar o jornal, afirmando aos então redatores Paulo Schueler e Bruno Dias que pediria a tradução para o inglês para se inteirar da linha política do PCB.



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sábado, 29 de setembro de 2012

Debate com Arquitetos e Engenheiros( Os Arquitetos dos Sonhos) : 'Gente Pensa em Gente'.'

Escolhemos o Comunista Brasileiro Oscar Niemayer para iniciarmos o Registro de fatos e fatos do debate entre candidatos e IAB ( Instituto de Arquitetos do Brasil) e Sindicato de Engenheiros de JF, dia 28 de setembro na sede OAB-JF
A fantástica obra deste notável ser humano e arquiteto, não podem ser sintetizadas em palavras, mas 3 citações nos farão ter certo o tamanho deste, o legado deste e a i
mportância dos ARQUITETOS HUMANOS, Construtores de sonhos e gente.

Toda escola superior deveria oferecer aulas de filosofia e história. Assim fugiríamos da figura do especialista e ganharíamos profissionais capacitados a conversar sobre a vida
Oscar Niemeyer

A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem.
Oscar Niemeyer

' Enquanto tiver miséria e opressão SER COMUNISTA é a solução'


' O que me atrai é a curva
livre e sensual. A curva
que no encontro sinuoso
dos nossos rios, nas nuvens
do céu, no corpo da mulher
preferida. De curva é feito
todo o universo. O universo
curvo de Einstein '

Se a reta é o caminho mais curto entre dois pontos, a curva é o que faz o concreto buscar o infinito.



Oscar Niemeyer



O candidato do PCB, Laerte Braga, dirigiu-se à platéia, basicamente formada por engenheiros e arquitetos, referindo a arquitetura como sendo maior que o conceito e o entendimento que se tem da profissão de arquiteto. Citou exemplos de grandes arquitetos como Oscar Niemeyer, Sérgio Bernardes e afirmou se o arquiteto "aquele que percebe a totalidade, junta os segmentos,
forma o todo", referindo-se
 à cidade como primeiro realidade de cada um e a necessidade de construção do Poder Popular através do Poder Público.

O candidato dedicou boa parte de sua fala a considerar a importância do arquiteto em todos os setores de atividades dentro do Poder Municipal, envolvendo saúde, educação, transportes coletivos, lazer, falando sobre a arquiteta norte-americana Jane Jacobs, autora do livro CIDADE VIVA, onde, pela primeira vez, um profissional da arquitetura traçou o desenho de uma cidade humana, ênfase, aliás, que o candidato deu à sua fala na relação arquiteto/cidade, arquiteto/ser humano. Destacou a importância do resgate do caráter humano da cidade, das pessoas, transformados em objetos pelo modelo capitalista. Em suas considerações finais falou sobre buscarmos todos os segmentos da cidade, para que os arquitetos possam desenhar a vontade popular, buscar em nossas entranhas, a construção da CIDADE CAMARADA. Segundo disse o PCB não vende ilusões, nem quimeras, tampouco promessas, mas a realidade de um mundo conturbado e um capitalismo em fase terminal, mas que renasce como uma hidra com uma nova cabeça cada vez mais perversa, cruel.

O comunismo, o PCB, disse Laerte Braga, apresenta a realidade, mostra a realidade e buscar uma reflexão sobre o todo para que se possa juntar os segmentos. Construir o socialismo.
 
GENTE PENSA em GENTE:


Laerte lembrou -Olhos da rua, de 
Jane Jacobs, que em "Morte e Vida das Grandes Cidades" nos sugere que o controle social não se faz somente por medidas de gestão, mas pela participação humana efetiva. Ela nos sugere que o problema de [in]segurança das nossas cidades está diretamente relacionada à existência do que ela chama de "olhos da rua". Coisa simples de entender, 
e difícil de fazer entender.
...Antigamente o menino gritava e reconhecíamos. Agora nos assusta.

Não vivenciamos como espaço de sociabilidade o nosso entorno próximo. Não andamos mais pelas ruas, apenas em carros fechados, peliculados, potentes que, por sua vez, são o sonho dos assaltantes. Utopia? Não. Antigamente o espaço de vivência próxima era seguro porque nos pertencia como extensão de nossa casa: varríamos a calçada, trocávamos receitas e fofocas com a vizinha. Íamos passear com o cachorro e as crianças na praça pública e lá encontrávamos os amigos, nos reconhecíamos e nos 

apropriávamos da cidade. A cidade era do cidadão e não do ladrão.

'Este belo homem publico é um exemplo de dignidade e amor a causa do POVO> Faz da vida politica um exemplo. Talvez não vença para PREFEITO DE MINHA QUERIDA JUIZ DE FORA.. sabe quem perde? o POVO MINEIRO...feliz quem pode dormir com o dever cumprido e o Laerte é um desses. Jose Milbs seu editor em O REBATE'









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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Laerte critica troca de favores entre poderes- Entrevista Rádio Solar


MATÉRIAS
14 de setembro de 2012 07:02
Laerte critica troca de favores entre poderes
Por: Ricardo Miranda
O candidato a prefeito Laerte Braga (PCB) defendeu ontem uma mudança profunda na forma de o Executivo se relacionar com o Legislativo. Em entrevista ao
 Laerte Braga (PCB)
apresentador do programa Rádio Vivo, Marcelo Juliane, e aos repórteres Ricardo Miranda e Maurício Oliveira, dentro da série de sabatinas com os candidatos à Prefeitura promovida pela Rádio Solar AM, o comunista disse que, em sua eventual gestão, a troca de favores entre os dois poderes deixará de existir. "Pelo padrão político atual, os executivos pedem o voto dos parlamentares em troca de cargos nos governos." Especificamente sobre a Câmara de Juiz de Fora, o concorrente criticou o distanciamento dos vereadores com a população. "A Câmara parece igreja com sino de madeira: bate, mas não ecoa." Para ele, é preciso trazer o povo novamente para o plenário, como acontecia no passado. "A pressão vai existir, mas será uma pressão sadia e saudável."

Laerte considerou equivocada a atual política de terceirizações da saúde. Para ele, os custam aumentam e os procedimentos e exames passam a ser limitados por cotas mensais. "Não foi esse modelo que fez Cuba ser reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde como uma nação sem nenhuma criança subnutrida. Ao contrário, o caminho passa pela valorização dos profissionais concursados e bem remunerados." Ainda segundo ele, a gestão por meio de terceirizações alcançaram também a Associação Municipal de Apoio Comunitário (Amac). "A Amac está sendo fragmentada e suas ações entregues à iniciativa privada. É preciso recuperar a Amac para recuperar a assistência social do município." Nesse contexto, ele pregou um diálogo mais amplo com os assistidos pela associação, em especial a terceira idade, para que seja feito um diagnóstico das necessidades específicas.

 Em relação à segurança, o candidato propôs a criação de uma polícia municipal para atuar ao lado das forças existentes atualmente. Na área da educação, sua proposta é a criação de espaços para as crianças permanecerem o período integral. Ele citou como exemplo os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), do Rio de Janeiro, implantados na gestão de Leonel Brizola. "Não se faz uma mudança dessa da noite para o dia, mas, se investirmos na infraestrutura no primeiro ano, podemos executar o projeto já a partir do segundo ano de administração." Por fim, Laerte justificou o fato de os partidos de esquerda, notadamente o PCB, o PSTU e o PSOL, não terem conseguido lançar uma candidatura única. "Nossos pontos de vista são convergentes, mas ainda temos divergência nas questões de fundo. No futuro, poderemos sentar e buscar o consenso pleno. Creio que, mais à frente, teremos uma frente única de esquerda."

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domingo, 23 de setembro de 2012

Diario de Campanha 17 de setembro a 21 de setembro


DIÁRIO DE CAMPANHA



A semana começou com encontros na segunda-feira, visita aos apoiadores, reuniões, até que na terça viajamos para Belo Horizonte. Lá participamos do debate promovido pela Tevê Alterosa e sem dúvida alguma o desempenho do candidato foi superior ao de todos os outros, avaliação de boa parte dos presentes e também determinada pela repercussão nas redes sociais e junto à diversas comunidades, mesmo de não apoiadores. Uma aula de História e uma demonstração de clareza no programa do PCB foram apresentadas, em alto nível, sem denúncias inconseqüentes, mas crítica política consistente, pelo candidato Laerte Braga.

Um fato imprevisto, problemas no retorno, nos impediu de comparecer à Rádio Catedral, o que foi lamentado diante do fato de se tratar de uma das mais importantes emissoras locais, tanto por sua audiência, como por sua respeitabilidade.

Na quarta-feira, após um breve descanso, novas visitas, preparação para o debate da Faculdade Machado Sobrinho e na quinta, uma maratona.

Entrevista à Rádio Globo. O candidato Laerte Braga foi sabatinado por jornalistas num dos programas da emissora, falou sobre esportes noutro programa e um flash no jornal da TV-E. Em seguida o debate na Faculdade Machado Sobrinho, onde mostrou a coerência da proposta do PCB, seus pontos importantes e fundamentais para a cidade. Um belo exemplo de organização dado pelos professores daquela tradicional instituição.

Sexta-feira uma nova entrevista à Rádio Globo e participação na Mesa de Debates. Em todas as situações o que se percebe é a coerência do candidato e sua clareza nas propostas partidárias, é candidato de um partido com 90 anos de história e decisões coletivas. O cidadão, o eleitor, teve oportunidade perceber que o PCB apresenta um programa de transformações estruturais nas políticas públicas de saúde, de educação, de cultura, em relação aos transportes coletivos públicos, até os serviços de táxi sobre os quais foi questionado, como em todas as questões propostas.

Foi claro na explicação sobre um comunista pode governar uma cidade dentro do sistema capitalista, ao definir o campo de ação junto aos direitos básicos dos cidadãos. Saúde, educação, segurança pública, limpeza urbana, meio ambiente, uso do solo urbano, serviços públicos com ênfase em sua reconstrução e na realização de concursos públicos e valorização dos servidores, como começa a falar sobre um nervo exposto das administrações públicas em todas as suas dimensões: os fundos de previdência dos servidores públicos.

Esses fundos bancaram o processo de privatizações levado à frente por FHC e o governo Dilma neste momento privatiza os fundos dos servidores federais e tenta avançar sobre os fundos estaduais e municipais para cobrir rombos da dívida pública, que chama de rombos orçamentários, tanto quanto, desnacionalizar esses fundos, com graves conseqüências para aposentados e pensionistas.

Na sexta-feira à noite estava previsto um debate com os conselhos municipais na Sala dos Conselhos que funciona dentro de um setor da administração municipal e foi cancelado sem aviso, claro, por pressões da administração municipal, já o prefeito não tinha interesse nesse tipo de debate. Nem tem. Lamentável a posição de conselhos e conselheiros responsáveis, pois mostra que não representam a comunidade, mas são cooptados pela administração. Política clientelista, mudança necessária na estrutura dos conselhos, proposta do PCB. A população mais uma vez fica à mercê de interesses e jogos pessoais, ou partidários.

A preocupação com os movimentos sociais é outra questão que tem sido abordada por Laerte Braga e o PCB. Movimentos sociais, entidades comunitárias. A partidarização de muitos desses movimentos e entidades descaracteriza a luta popular, a luta comunitária

Há o caso lamentável de um dirigente da UNAJUR, entidade que representa entidades comunitárias, que manifestou publicamente apoio a uma candidatura. Foi desautorizado por outros dirigentes e participantes, pois não os consultou. Sua conduta errática – Alanir de Sousa Pinto – é marca registrada ao longo dos anos, o velho peleguismo, usando comunidades para interesses pessoais, ou vaidades de lideranças que não refletem a vontade daqueles que em tese representam.

No sábado o candidato Laerte Braga compareceu à Tevê Integração onde concedeu entrevista ao MG/TV, edição do meio dia. Reiterou os compromissos do partido.

A coerência e a consistência das propostas tem marcado a campanha do PCB e seu candidato a prefeito, o candidato a vice e os candidatos a vereador,  como o diferencial em relação ao conjunto das campanhas eleitorais. Uma clara proposta de resgatar a cidade, sua história e suas tradições, começar o futuro no presente.

Na caminhada de resgatar o PCB e mostrá-lo como força popular capaz de transformar anseios e aspirações em realidade, a semana foi pródiga em conquistas, mas, principalmente, mostrou um partido altivo, corajoso, determinado e independente, longe de alianças inexplicáveis e inaceitáveis, que só servem para manter intocados os privilégios que hoje todos temos consciência.  


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Debate no Machado Sobrinho - Imagens e fatos

Quinta Feira - 20de setembro 19 hs debate na Faculdade Machado Sobrinho.
  O Candidato do PCB  mostrou a coerência da proposta do PCB, seus pontos importantes e fundamentais para a cidade. 
Laerte lembrou que  é candidato de um partido com 90 anos de história e decisões coletivas, sendo que nestes anos de história e lutas O cidadão, o eleitor, teve oportunidade perceber que o PCB apresenta um programa de transformações estruturais nas políticas públicas de saúde, de educação, de cultura, em relação aos transportes coletivos públicos, até os serviços de táxi sobre os quais foi questionado, como em todas as questões propostas.                                                                                                 


                                                                                                                                                                                           

Formação vem de Berço: Rubens e Bia Ragone com Ísis . Ele Candidato a Vice Prefeito, vindo do movimento estudantil , resistente do MR8
' A LUTA CONTINUA:De batalha em batalha até a vitória final'
Ao lado Ísis e Fernanda Tardin  duas filhas de resistentes  que atestam: 'PODEM MATAR as ROSAS , mas  NÃO DETERAO A PRIMAVERA'( CHE)





Concentração e União:  Se formos capazes de nos unir , que formoso o futuro ... ( CHE)





Sobre o debate  alguns comentários( Por FernandaTardin)


Perolas mais uma vez aconteceram , outras situações me fazem vir aqui e fazer a todos um chamamento para acompanhar e fazerem aprofundar DEBATES e PROPOSTAS.

Não citarei nomes de candidatos, mas situações:

1- um candidato ( a) iniciou sua fala colocando que ' já foi diferente , já foi do campo 'ideológico'. mas a situação e a evolução de situações o(a) fizeram por necessidades ir mudando de opiniões... ( att. cuidado para as necessidades , muitas podem ser pessoais e cooptam pessoas para serem aliadas ao sistema)

2- Um (a) candidato(a) ao responder4 pergunta sobre projeto de cultura, colocou que a cultura para quem mora na periferia é diferente da cultura para quem mora em bairros classe media e diferente para quem é de bairros classe alta.... Cuidado, isto é SEGREGAR.

3-
Enfim, um(a) candidato(a) falou ao perguntado(a) sobre a questão de segurança que faria a 'parceria' com as policias Militar, Civil, Federal e que este programa é bem sucedido em outros locais que existem.




Sobre esta fala  cita no item 3:

 venho questionar a fala de um (a) candidato(a) pq. este tema de suma importância está pouco debatido e quando debatido, superficialmente, minutos após a fala do candidato Laerte Braga numa radio local citando esta proposta como um dos pontos do programa de Segurança  , alem de outras proposta que integradas reduzem a violência..


O galo cantou, e só sabemos que um candidato ouviu o cantar, mas não sabe onde, como, quando, quem.... ATENÇAO...:

ESTE PROGRAMA EXISTIU em um unico município do Brasil, Guaçui ( ES) e apoiado pelo Governo Estadual do então governo Vitor Buaiz. É um projeto que integra as policias, a guarda municipal e a COMUNIDADE.

Chamo a atenção para os candidatos : VIOLÊNCIA VITIMA A TODOS, falem sobre e ao falar dos programas favor pesquisarem para não colocarem de forma a dar a quem interessa e conhece, a certeza que não está falando da boca pra fora.

Atenção eleitor: HORA DE COBRAR FIRMEZA, PROPOSTA, nada de cair em superficialidades. juntos Somos Fortes,

é isto: escolher sim, e fazer com que o escolhido se aprofunde em compromissos tb. faz parte desta luta.'...
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Entrevista MGTV 1ª Edição - SIM UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL - "Luta melhor quem tem belos sonhos'

http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/triangulo-mineiro/mgtv-1edicao/t/zona-da-mata-e-vertentes/v/laerte-braga-e-entrevistado-pelo-mgtv-em-juiz-de-fora-mg/2152614/

 
Assistindo a esta entrevista de Laerte Henrique Fortes Braga, e ouvindo a
s explicações e propostas que envolvem a todos na construção de uma nova realidade ( a NOSSA CIDADE) via poder Popular, Laerte fala de Educação, cultura, Educação, saneamento Público, cooperativas de Reciclados, a valorização do ser humano, e alerta: SAUDE, EDUCAÇÃO, não são NEGOCIOS, por isto não PODEM terceirizar

Ouvindo a fala concluo:
O POVO desta cidade que morre nas filas dos UPAS, SUS ou outro nome qq, que nao tem educação de qualidade , que é vitima da exclusao e consequentemente violencia, precisa perceber que a saída é MUDAR O SISTEMA. a entrevista, foi clara o bastante para que o POVO LEVANTE. ...

De pé, ó vitimas da fome
De pé, famélicos da terra
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra

Cortai o mal bem pelo fundo
De pé, de pé, não mais senhores
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo, ó produtores

Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos... JUNTOS SOMOS FORTES.
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sábado, 22 de setembro de 2012

Com Charge , MARX EXPLICA. A Falência do Capitalismo



Sobre o Capitalismo geralmente há dois tipos de opiniões predominantes, ambas diametralmente opostas e absolutamente equivocadas:
1) A de que ele é o auge do desenvolvimento da humanidade e será eterno, portanto, lutar contra o capitalismo 
é perda de tempo!
2) A de que para derrotá-lo basta ao proletariado tomar o poder e rapidamente ele será eliminado em escala global.

Não há sistemas eternos e o capitalismo, sendo fruto das contradições humanas, logo, da História, teve uma origem, uma evolução, vivenciou seu auge e encontra-se - historicamente falando - passando por forte declínio. Já perdeu, por um período curto, sua hegemonia no século XX. Já o Socialismo vivencia suas primeiras décadas e como toda construção social, passou e passará por inúmeros processos contraditórios para sua edificação. O capitalismo evoluiu de suas formas embrionárias ao longo de séculos. O socialismo será também uma obra complexa que demandará novos períodos históricos. E mesmo o socialismo, fruto da história, terá também seu fim posto que será etapa de transição entre o capitalismo e o comunismo.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A participação Emocionante e Histórica No Debate da Tv Alterosa


A Integra do Debate
http://www.alterosa.com.br/juizdefora/html/noticia_interna,id_sessao=52&id_noticia=88340/noticia_interna.shtml


CAIU NA REDE: 

O Seedorf da política local

 No debate da TV Alterosa de ontem com o(a)s prefeitáveis, colocaria como destaque, de acordo com a opinião de um amigo, a performance do candidato Laerte Braga do PCB, que demonstrou conhecimento e firmeza em suas intervenções: o valor da idade e da história, na metáfora do futebol, para ele, " o Laerte é o Seedorf da política local, experiente e joga muito bem." Fica o registro.
                 josé anísio pitico da silva


via Flávio Sereno Cardoso logo após o debate de candidatos a prefeito em JF:

Custodio - PSDB candidato a reeleição:Numa replica fala ao candidato do PCB Laerte Laerte Henrique Fortes Braga que 'forças ocultas o impediram de ...) o que na 
Treplica o candidato do PCB - não sem ironiarelembrou 'esse NEGOCIO de forças ocultas Custodio me faz lembrar Janio Quadros,,' rsrsr ( comentario de Nanda Tardin)


"Por isso essa força estranha..." (Roberto Carlos)



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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Convocatória de Construção: TEM DEBATE HOJE-


Juiz de Fora, mais um debate : HOJE, 18 de setembro debate candidatos no SBT será gravado em Belo Horizonte e transmitido ao vivo para Juiz de Fora. Não percam, participem, questionem.a democracia se constrói com TODOS participando. 22 hs ( ou melhor' depois da novela Carrosel- aiaia-)

 por Laerte Henrique Fortes Braga
O PCB entende que eleições são um instrumento, um meio e não um fim ou um objetivo para ser alcançado a qualquer preço. A tarefa a que o partido se propõe é a de mostrar à cidade, as eleições são municipais, que é possível começar a construir o socialismo com atitude politica, com vontade política, longe de clube de amigos e inimigos cordiais, os grandes partidos que enxergam eleição com um fim, um objetivo. Sem a pretensão da vitória, sem o medo da derrota porque a tarefa de um partido revolucionário não se esgota no dia da eleição. Se estende para além desse período, é permanente, é a luta da classe trabalhadora. Alertar a cidade sobre os riscos que corre, mostrar para a cidade o que é possível para que trabalhadores tenham melhor condição naquilo que é competência do Município, principalmente as áreas de saúde, educação, transportes públicos (que não existem), segurança, limpeza urbana, (o aterro sanitário de Dias Tavares é um crime contra o meio-ambiente e o Paraibuna despejo de esgoto), cultura, esportes, defender a reconstrução dos serviços públicos e condições dignas para os servidores, fim das terceirizações e privatizações, essa tarefa é revolucionária em si e por si. Por uma razão simples e histórica. A luta não se esgota no dia das eleições, se estende nas ruas para um novo modelo..
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domingo, 16 de setembro de 2012

MEMÓRIA - Yedo Fiuza, candidato a presidente pelo PCB em 1945.


Via Laerte Henrique Fortes Braga
Com comentários de
Sergio Caldieri : Laerte, quando Yeddo Fiuza foi candidato pelo PCB, em 1945, na cidade de Cosmorama, no interior paulista, teve uma grande votação. Ninguém entendeu uma cidade pequena com tant
os votos ao comunista. Adão Pereira Nunes e sua esposa Alaíde estavam escondidos lá. Adão era médico e tinha muitos clientes. Hoje, na cidade de Cosmorama tem uma rodoviária e um hospital com o nome de Adão Pereira Nunes.
e.
Celeste Marcondes Em 1945 , no Rio picharam na encosta do Morro da Babilonia : Fiuza, Fiuza...Minha mãe orgulhosa me disse: É amigo do seu tio. Mas não conta pra ninguém ". Da Av Maracanã dava pra ver tudo...

MEMÓRIA - Yedo Fiuza, candidato a presidente pelo PCB em 1945.
Foto: MEMÓRIA - Yedo Fiuza, candidato a presidente pelo PCB em 1945.
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PCB Alerta: A Exclusãosocial e a militarização são geradores da violência


Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.( OS MORTOS, os comunistas NA DITADURA)

Na Segunda noite,
pisam as flores, o excluido, violentado em diligencias , os sem escola...o TORTURADO do sistema
Foto
"Com a ditadura matavam, com a democracia não deixam viver."

Até que um dia,
o mais frágil deles... já ferido, marcado...
Foto cedida, enviada em Relatório de grupo( Assinpol, Sindipol , Igrat)
a ONU,
 denunciando as torturas nos presídios ES

entra em nossa casa,
rouba-nos a luz, .... uma mãe, um filho, um amor.

A VIOLENCIA e A MISERIA DÃO LUCRO, E nós todos somos vitimas desta ganância.
Tortura é crime de Lesa Humanidade, Vamos pagar esta conta até quando.
.
Seria na verdade uma atitude ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que permitisse às classes dominadas perceber as injustiças sociais de forma crítica.



O que combate a violência é o fim da Miséria ! Emprego, Saúde e Perspectiva para a juventude das Periferias!

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